Evento, gratuito, aconteceu dia 7 (sábado) na Concha Acústica de Santos
A Setor3 Consultoria, empresa pioneira nos serviços de consultoria especializada no Terceiro Setor e em desenvolvimento de projetos de Responsabilidade Socioambiental em parceria com a Vila de Idéias- Marketing e Produções Culturais, realizaram no sábado 7 de março, o “I Encontro de Responsabilidade Social com a Mulher”. O evento aconteceu na Concha Acústica de Santos e teve como objetivo celebrar o dia internacional da Mulher.
De acordo com a Presidente do Instituto Neo Mama, Gilze Maria Costa Francisco passaram pela tenda do Instituto, uma das organizações sem fins lucrativos parceiras do encontro, mais de 300 pessoas. “O evento foi muito produtivo. Foram feitas 180 orientações sobre a prevenção do câncer de mama e distribuídos mais de 250 folhetos explicativos. O que foi fortalecido com todas as ações reunidas em um só evento, trazer mais informações e alertar sobre as doenças que podem ser prevenidas, com a criação de mais canais de conhecimento a população, principalmente as mulheres”, alega.
Segundo a Associação de Diabetes Doces Amigos da Baixada Santista, entidade não governamental, fundada por um grupo de pais de crianças e adolescentes, também consorte no evento, somente no período da manhã, realizou 200 testes de glicemia no qual foram encontradas 21 pessoas diabéticas, sendo que 10 não sabiam que tinham a doença.
Os fisioterapeutas Luiz Felipe Perez da Guarda e Jefferson Santos, fizeram terapia manual em 80 mulheres e em 44 auriculopuntura, além de medirem a pressão de 250 pessoas.
Ariani Galeano, diretora de projetos da Vila de Idéias comenta que o posicionamento foi simpático. “A sustentabilidade das empresas envolvidas no evento, foi evidente quando demonstraram através de ações concretas um real comprometimento com o meio ambiente, a cultura e a sociedade”, declara.
Janaina Muller e Josi Lopes, diretoras da Setor3 explicam que a idéia foi difundir entre empresas, sociedade e governo alguns conceitos relacionados à Responsabilidade Social e a importância do compromisso com as Metas do Milênio. “Conseguimos na mesma ação a união de empresas, sociedade civil organizada e governo, ou seja, os três setores, provando a sinergia estabelecida com objetivos sociais convergentes. Acreditamos que acendemos lampejos de esperança para um futuro menos sombrio para a sociedade. Esta é a tendência do novo milênio, os resultados poderão vir a longo prazo, desde que cada agente da sociedade cumpra razoavelmente o seu papel”, afirmam.
Todas as atividades estavam baseadas na terceira das oitos metas do milênio que é “A igualdade entre os sexos e a valorização da mulher”, que foi firmado pelo expresso declaratório na ONU, do comprometimento das 147 chefes de Estado presentes na ocasião, e posteriormente, referendo por 191 países, em consenso, incluindo o Brasil, estabelecendo o compromisso de enfrentar os graves e atuais problemas mundiais a serem alcançados até o ano de 2015.
Além das atividades, quem conferiu de perto as atrações, pode ver também uma tenda solidária onde era dada orientação sobre os direitos da mulher e violência doméstica, distribuição de rosas, brindes, degustação de bolos Nita e apresentação de dança flamenca da Athos Núcleo Artístico.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Consultoras avaliam o uso de estratégias mercadológicas nas empresas
O marketing social é uma das ferramentas mais aplicadas à gestão de projetos e programas sociais, na apropriação de conhecimento e bem estar social
O que é marketing social? Quais os benefícios que as empresas têm ao utilizar essa ferramenta? O termo Marketing Social surgiu em 1971 para descrever o uso dos princípios e técnicas de marketing na promoção de uma causa, idéia ou comportamento social. Modernamente, passou a significar uma tecnologia de gestão das mudanças sociais, associada à implantação e ao controle de projetos que visam atenuar ou eliminar problemas sociais, nos campos da saúde, educação, trabalho, habitação, saneamento ambiental, etc.
O Marketing Social ou Marketing para Causas Sociais, como costuma também ser denominado em outros países, diz respeito ao esforço mercadológico no sentido de associar uma marca ou instituição a uma causa social, que pode ser o desenvolvimento de campanhas (para prevenção da saúde e o estímulo à leitura, por exemplo) doações para entidades assistenciais, parcerias com entidades filantrópicas, desenvolvimento de trabalho junto a comunidades carentes etc.
Janaina Muller e Josi Lopes, advogadas responsáveis pela Setor3 consultoria, empresa que atua há dez anos com ONGs e demais entidades ligadas ao terceiro setor, desenvolvendo junto a empresas projetos socialmente responsáveis. O posicionamento sustentável das empresas privadas vem sendo observado atentamente por seus stakeholders (clientes, colaboradores, fornecedores, consumidores, comunidade etc.). “Comprovou-se, através de pesquisas efetivas realizadas por institutos renomados como o Akatu, que quatro em cada dez consumidores preferem até pagar mais por produtos e serviços que sejam oferecidos por empresas com um real comprometimento com o meio ambiente, a cultura e a sociedade em que está inserida” declaram.
As advogadas desmentem o mito de que tais projetos demandam altos investimentos ou uma manutenção muito intensa, pois atualmente as empresas têm facilidades para se tornar sustentável. “O melhor de tudo isso é a existência de leis de incentivos fiscais, que proporcionam um retorno duplo para quem os aplica. Leis como a Rouanet, Lei de Incentivo ao Esporte e o PAC (abatimento no ICMS) podem garantir que essas ações aconteçam a um custo x benefício excelente”, explicam.
Segundo Janaina Muller, a grande maioria das empresas que dizem investir em responsabilidade social usam um marketing de fachada, ou seja, o marketing relacionado que está voltado apenas para o beneficio com os negócios. “Esse tipo de marketing é voltado apenas para melhorar a imagem da instituição sem pensar no ganho ou perda da sociedade. As organizações dizem adotar medidas sócio-responsáveis, mas inúmeras vezes esse conceito adotado foge de qualquer avaliação em prol da sociedade”, enfatiza.
Para a consultora a gestão estratégica nada mais é que um processo de introdução de inovações sociais, com base na adoção de novas atitudes, comportamentos e práticas individuais e coletivas, orientadas por preceitos éticos, fundamentadas nos direitos humanos e na eqüidade social. “Em todo o mundo, atualmente, o marketing social é uma das ferramentas mais aplicadas à gestão de projetos e programas sociais. Apropria-se de conhecimentos adaptando-se à promoção do bem estar social”, argumenta.
Josi dá dicas para empresas que desejam assumir questões sociais de forma coerente. “Trabalhar com objetivos claramente definidos, metas mensuráveis, pesquisas e avaliações quantitativas e qualitativas, além de desenvolvimento de tecnologias sociais para segmentos específicos esse é o intuito da empresa que busca o bem-estar da sociedade”, avalia.
As consultoras afirmam que o marketing social é justamente isso fazer o bem para aparecer e não ao contrário. “É importante posicionar na mente dos adotantes as inovações sociais que pretende introduzir, programa de estratégias, cria, planeja e executa campanhas de comunicação para satisfazer necessidades que não estão sendo atendidas, estabelecendo novos paradigmas sociais”, concluem.
Sobre o Setor Três
Consultoria e assessoria especializada no Terceiro Setor, a Setor Três presta serviços a diversas ONGS espalhadas pelo País. Alem de atuar junto a esse segmento, a Setor três desenvolve projetos de “responsabilidade social e ambiental empresarial e planos de investimento social privado junto às empresas”. Antes de entrar para a faculdade de Direito, Janaina Muller já trabalhava como voluntária em ONGs, sem compromisso efetivo. Essa experiência serviu de base para que a advogada desenvolvesse uma visão mais critica sob o ponto de vista dos problemas enfrentados pelos administradores das entidades, como a falta de recursos e de pessoal qualificado para lidar com o público alvo e de como disseminar o ideal das ONGs. Mais informações pelo site www.setor3consultoria.com.br ou pelo telefone 13. 3288.1706
O que é marketing social? Quais os benefícios que as empresas têm ao utilizar essa ferramenta? O termo Marketing Social surgiu em 1971 para descrever o uso dos princípios e técnicas de marketing na promoção de uma causa, idéia ou comportamento social. Modernamente, passou a significar uma tecnologia de gestão das mudanças sociais, associada à implantação e ao controle de projetos que visam atenuar ou eliminar problemas sociais, nos campos da saúde, educação, trabalho, habitação, saneamento ambiental, etc.
O Marketing Social ou Marketing para Causas Sociais, como costuma também ser denominado em outros países, diz respeito ao esforço mercadológico no sentido de associar uma marca ou instituição a uma causa social, que pode ser o desenvolvimento de campanhas (para prevenção da saúde e o estímulo à leitura, por exemplo) doações para entidades assistenciais, parcerias com entidades filantrópicas, desenvolvimento de trabalho junto a comunidades carentes etc.
Janaina Muller e Josi Lopes, advogadas responsáveis pela Setor3 consultoria, empresa que atua há dez anos com ONGs e demais entidades ligadas ao terceiro setor, desenvolvendo junto a empresas projetos socialmente responsáveis. O posicionamento sustentável das empresas privadas vem sendo observado atentamente por seus stakeholders (clientes, colaboradores, fornecedores, consumidores, comunidade etc.). “Comprovou-se, através de pesquisas efetivas realizadas por institutos renomados como o Akatu, que quatro em cada dez consumidores preferem até pagar mais por produtos e serviços que sejam oferecidos por empresas com um real comprometimento com o meio ambiente, a cultura e a sociedade em que está inserida” declaram.
As advogadas desmentem o mito de que tais projetos demandam altos investimentos ou uma manutenção muito intensa, pois atualmente as empresas têm facilidades para se tornar sustentável. “O melhor de tudo isso é a existência de leis de incentivos fiscais, que proporcionam um retorno duplo para quem os aplica. Leis como a Rouanet, Lei de Incentivo ao Esporte e o PAC (abatimento no ICMS) podem garantir que essas ações aconteçam a um custo x benefício excelente”, explicam.
Segundo Janaina Muller, a grande maioria das empresas que dizem investir em responsabilidade social usam um marketing de fachada, ou seja, o marketing relacionado que está voltado apenas para o beneficio com os negócios. “Esse tipo de marketing é voltado apenas para melhorar a imagem da instituição sem pensar no ganho ou perda da sociedade. As organizações dizem adotar medidas sócio-responsáveis, mas inúmeras vezes esse conceito adotado foge de qualquer avaliação em prol da sociedade”, enfatiza.
Para a consultora a gestão estratégica nada mais é que um processo de introdução de inovações sociais, com base na adoção de novas atitudes, comportamentos e práticas individuais e coletivas, orientadas por preceitos éticos, fundamentadas nos direitos humanos e na eqüidade social. “Em todo o mundo, atualmente, o marketing social é uma das ferramentas mais aplicadas à gestão de projetos e programas sociais. Apropria-se de conhecimentos adaptando-se à promoção do bem estar social”, argumenta.
Josi dá dicas para empresas que desejam assumir questões sociais de forma coerente. “Trabalhar com objetivos claramente definidos, metas mensuráveis, pesquisas e avaliações quantitativas e qualitativas, além de desenvolvimento de tecnologias sociais para segmentos específicos esse é o intuito da empresa que busca o bem-estar da sociedade”, avalia.
As consultoras afirmam que o marketing social é justamente isso fazer o bem para aparecer e não ao contrário. “É importante posicionar na mente dos adotantes as inovações sociais que pretende introduzir, programa de estratégias, cria, planeja e executa campanhas de comunicação para satisfazer necessidades que não estão sendo atendidas, estabelecendo novos paradigmas sociais”, concluem.
Sobre o Setor Três
Consultoria e assessoria especializada no Terceiro Setor, a Setor Três presta serviços a diversas ONGS espalhadas pelo País. Alem de atuar junto a esse segmento, a Setor três desenvolve projetos de “responsabilidade social e ambiental empresarial e planos de investimento social privado junto às empresas”. Antes de entrar para a faculdade de Direito, Janaina Muller já trabalhava como voluntária em ONGs, sem compromisso efetivo. Essa experiência serviu de base para que a advogada desenvolvesse uma visão mais critica sob o ponto de vista dos problemas enfrentados pelos administradores das entidades, como a falta de recursos e de pessoal qualificado para lidar com o público alvo e de como disseminar o ideal das ONGs. Mais informações pelo site www.setor3consultoria.com.br ou pelo telefone 13. 3288.1706
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